Na verdade, a Arminda teve três filhas que perdeu, ou foram vendidas (caso a Josefa tenha ligação com o tráfico e tenha usado a Arminda como “matriz”), e tenha desenvolvido um apego pelas “Três Graças” que o Rogério comprou, simbolicamente, pra ela, por conta disso. Lembro que ele comentou uma vez que ela não se arrumava em casa, que ele tinha que pedir pra ela se arrumar etc. (uma depressão, talvez?) E daí ela não quis mais ter filhos, até que o Rogério insistiu pra ter outro filho (Raul), por quem ela desenvolveu um amor em forma de raiva, por lembrar das “meninas” dela. Depois do roubo, quando levaram a estátua que ela chamava calorosamente de “minhas meninas”, a Arminda despirocou! Tá cada vez pior nessa paranoia e surto. Ainda teve o plus de ela não encontrar o Raul em casa ontem e se desesperar: “ele levou o meu filho”. Tô achando que a história da Dona Cobra esconde muita coisa, viu? A cena da Arminda no buraco da chave ainda trás uma ideia de uma Arminda “trancafiada”, e quem observa é a Josefa. O que será que isso significa? Foi a Josefa quem “trancafiou” essa arminda que estamos conhecendo agora? Ou será que essa personalidade se desenvolveu justamente por causa da mãe?
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